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Capítulo 8 Jesus perante o pecado e os pecadores Vimos aspectos exteriores da personalidade de Jesus. Agora é o momento de penetrarmos no mais profundo do seu coração. Se Jesus veio para alguém, foi para os pecadores, para todos nós que sentimos os arranhões da nossa natureza humana, ferida pelo pecado original. Canta a liturgia da Vigília Pascal: "Feliz a culpa que nos mereceu tão nobre e tão grande Redentor!". Jesus Cristo odiou, sim, o pecado, mas buscou e amou com grande misericórdia o pecador, porque veio salvar o que estava perdido. Ninguém deve se sentir excluído do seu Coração misericordioso. Jesus veio salvar os pecadores. Esta foi a missão encomendada pelo Pai desde o momento da Encarnação. O eixo central da sua vida foi a luta contra o mal radical, o pecado, que é a única coisa que nos afasta de Deus e nos impede a comunhão com Ele. Ninguém entendeu melhor do que Jesus a maldade do pecado como ofensa à grandeza e ao amor de Deus. 1. Jesus e os pecadores 1.1. Qual é a postura de Jesus perante o mal moral, perante o pecado e perante os pecadores? Jesus-pecado: aqui há duas palavras opostas, contraditórias. Mais opostas do que o branco e o negro, do que a paz e a violência, do que a vida e a morte. O pecado é o contrário da idéia de Deus. Deus é força; o pecado é, não outra força, mas fraqueza. Deus é unidade, o pecado é dispersão. Deus é aliança, o pecado é ruptura. Deus é profundidade, o pecado frivolidade. Deus o eterno; o pecado, a venda ao que é provisório e fugitivo.
Entretanto, o pecado é algo fundamental na vida de Jesus. Provavelmente Ele não teria se feito homem se não fosse por causa do pecado; além disso, o eixo central da sua vida foi a luta contra o mal. Jesus não conhecia o pecado nem na sua carne nem na sua alma. Entre os homens, contudo, ninguém entendeu tanto do pecado como Ele, porque Ele foi o único homem que compreendeu a Deus e que, em conseqüência, pôde medir o que é uma ofensa feita à sua grandeza. Conheçamos, portanto, qual foi a atitude de Jesus diante do pecado e diante dos pecadores; saibamos o que Ele entendia por pecado, quais Ele qualificava de mais graves e perigosos, como Ele tratava de se dar aos pecadores que encontrava no caminho. Começamos por dizer que no mundo bíblico o pecado não foi nunca a violação de um tabu, como era típico das tribos primitivas. A pregação dos profetas levou os judeus a ver o pecado como algo que contamina radicalmente a personalidade humana, já que implica uma desobediência, uma insubordinação na qual intervêm a inteligência e a vontade do homem, contra o próprio Deus pessoal e não contra um simples fatum abstrato. As palavras hebraicas e gregas com que a Bíblia designa o pecado acentuam este caráter voluntário e pessoal. Em hebraico é a palavra hatá, que significa "não alcançar uma meta, não conseguir o que se busca, não chegar a certa medida, pisar em falso", e, no sentido moral, "ofender, faltar a uma norma ética, infringir determinados direitos, desviar-se do caminho reto". A versão dos setenta traduz esse hatá hebraico por hamartía, hamartano, que também significam "errar o alvo ou ser privado de algo". Esta idéia de ruptura é reforçada pelos profetas que vêem sempre o pecado como um recusar-se a obedecer a uma ordem ou a atender um chamado. Em Amós é a ingratidão; em Isaías, o orgulho; em Jeremias, a falsidade oculta no coração; em Ezequiel, a rebelião declarada. Em todos os casos a ruptura de um vínculo, a violação de uma aliança, a traição de uma amizade. Cada vez que alguém peca, repete a experiência de Adão, ocultando-se de Deus. Por causa de tudo isto é compreensível que Deus considere o pecado tão dramaticamente, não como uma simples lei violada, mas como uma amizade atraiçoada, um amor adulterado. Na redação do decálogo é posta na boca de Javé esta terrível denominação dos transgressores: aqueles que me odeiam, enquanto os que cumprem os seus mandamentos são chamados os que me amam (cf. Ex 20,5-6). 1.2. O que significava o pecado nos tempos de Jesus? Para a comunidade dos monges de Qumram, que escapavam ao deserto, o mundo estava apodrecido; por isso transcorriam os dias com batismos, abluções e orações de purificação. Os fariseus se julgavam os separados, os puros... O resto era pecador. Para Jesus não é que tudo seja pecado, só pecado. Suas metas são positivas e luminosas, mas Ele sabe muito bem que para o homem não basta o querer para se salvar. Ele sabe que veio salvar o homem do pecado. Mas convida à conversão; sem ela não será possível entrar no reino de Deus (cf. Mt 3,2; Mc 1,15). Este é um Reino que só pode ser construído após a destruição dos edifícios do mal e da retirada dos seus escombros. Podemos quase dizer que Jesus exagera no seu interesse pelos pecadores, quando afirma paradoxalmente que veio chamar não os justos, e sim os pecadores (Mt 9,12); quando se apresenta como médico que só se preocupa com as almas enfermas (cf. Mc 2, 17). Seu interesse é tão grande que Ele será acusado de andar com publicanos e pecadores (cf. Mt 9,12) e de se misturar com mulheres de vida escandalosa (cf. Lc 7, 36-42). Ele mesmo resumirá o sentido da sua vida na Última Ceia declarando que o seu sangue será derramado em remissão dos pecados (cf. Mt 26, 27) e, depois da sua morte, pedirá aos seus apóstolos que continuem a sua obra pregando a penitência para a remissão dos pecados a todas as pessoas (cf. Lc 24, 44-48). 1.3. Para Jesus, o que significava então o pecado? Não era apenas a transgressão literal de uma lei, como para os escribas e fariseus, que permaneciam no secundário e se esqueciam do principal (cf. Mt 23,23-24). Para Jesus, o pecado nasce no interior do homem (cf. Mt 15, 10-20). Por isso, é necessária a circuncisão do coração, de que falou Jeremias (4,4). Para Jesus o pecado é uma escravidão na qual o homem está em poder de Satanás (cf. Lc 22,3). Sob o seu domínio há sempre uma falsa valorização das coisas, pois o coração humano se deixa arrastar por coisas imediatas e por satisfações sensíveis. Assim, pois, o pecado para Jesus é um desamor por Deus, um desprezo pelos outros. 1.4. Quais são os maiores pecados para Jesus? O primeiro deles é a hipocrisia religiosa, especialmente quando formas e aparências são usadas para cobrir outros tipos de interesses humanos (cf. M7 23) e pisoteiam a justiça, a misericórdia e a lealdade. Outro pecado muito grave é o desprezo pela sua mensagem. Quem ouve a sua mensagem e não a cumpre será julgado mais severamente (Mt 10, 15; 21,31). Escandalizar os pequenos é de especial importância (cf. Mt 18,6-7). Todos os pecados que se opõem ao amor pelo próximo são graves para Jesus. "Ide, malditos, para o fogo eterno, porque eu tive fome e não me destes de comer" (Mt 25, 41-46). Nem só os pecados de ação é que são graves; também os de omissão. Basta recordar a parábola dos talentos, em que um dos servos é condenado às trevas exteriores só por não ter feito render a sua moeda (cf. Mt 25,30). Não é que Jesus não condene os pecados de idolatria, de blasfêmia e de adultério; mas como os doutores da lei repetiam o tema a toda a hora, Jesus quis dar mais ênfase a outros pecados que eles não levavam a sério. E o pecado imperdoável? Trata-se da blasfêmia contra o Espírito Santo (cf. Mt 12, 30-32). Maximiliano García Cordero diz que esse pecado contra o Espírito Santo "não é um pecado concreto, como transgressão a um preceito divino determinado, mas uma atitude permanente de desafio à graça divina"; esse fechar-se a Deus, esse recusar-se à sua obra e à sua mensagem torna impossível o arrependimento e, com ele, o perdão de Deus. 2. Jesus e os pecadores Como Jesus trata os pecadores? Jesus distingue perfeitamente pecado e pecador. Com o pecado, Jesus é exigente e intransigente. Com o pecador, terno e misericordioso. Por trás do pecador Ele vê a possibilidade de um novo filho de Deus. Suas palavras se abrandam; seu tom de voz se suaviza; Ele corre para perdoar antes que o pecador dê sinais evidentes de arrependimento. Quem são os pecadores? Pelo Evangelho, vemos que são aqueles que rompem a lei de Deus; os que exercem profissões indignas (publicanos, vendedores ambulantes, jogadores, rameiras, etc). O que Jesus fez com os pecadores? Dedicação especial (cf. Lc 4, 18-19; 7,22-23; Mt 15,24; 9, 35-36; Mc 2,17), fossem eles ricos (publicanos) ou pobres. Jesus se dedica a eles com gestos muito significativos: refeições com eles. A refeição com alguém era sinal de comunhão mútua. Ele come com eles para os aproximar do banquete de Deus. Jesus ama primeiro o pecador e depois o convida à conversão. Jesus esclarece a sua atitude com três razões: Todos os homens pecam: logo, todos devem se acolhidos (cf. Jo 8,7). Ele é a encarnação da misericórdia de Deus. E Deus é o Deus de todos (cf. Mt 5,45). Os pecadores precisam ser acolhidos para se salvarem (cf. Lc 19,10). Mas a atitude de Jesus para com os pecadores esconde muito mais: todos hão de se reconhecer pecadores para Ele poder se aproximar e lhes trazer a salvação (cf. Mt 9, 13). Não tem ressentimentos contra os poderosos, discriminando-os, mas interesse pelos necessitados; por isso podemos entender a sua tendência a se preocupar mais com os necessitados. Jesus se aproxima do pecador, mas não admite a falta cometida. Reconhece que os pecados não devem ser aceitos (cf. Jo 8,11) e por isso convida sempre o pecador à conversão. Jesus não prefere uma pessoa à outra. Ele veio buscar o que estava perdido. Seu objetivo é a salvação do homem, seja ele quem for (cf. Lc 7,50). A culminação da atitude de Jesus para com os pecadores é a sua morte (cf. Mt 26,28; Lc 23, 34). Neste ponto nos aprofundaremos mais adiante. Embora Jesus sempre buscasse com amor os pecadores, embora muitos se abrissem aos seus raios salvadores, nem sempre triunfará o amor de Jesus. Fracassou com muitos, porque eles se fecharam ao seu amor, ao seu perdão. Temos o caso de Judas, dos fariseus; fracassou com a sua querida cidade de Jerusalém: "Ao se aproximar da cidade, chorou sobre ela e disse: se também tu, ao menos neste dia, conhecesses o que te pode trazer a paz!..." (cf. Lc 19,41-44). Quando lemos algumas palavras duras de Jesus, como, por exemplo, "Se a tua mão ou teu pé for para ti uma pedra de tropeço, corta-os e lança-os para longe de ti...." (Mt 18,8), isto nos faz refletir sobre algo muito sério: a possibilidade do fracasso total, definitivo e irreversível, chamado inferno. Se Jesus é duro e prega a conversão, é porque quer nos evitar este terrível fracasso. O inferno é a verdadeira ameaça ao homem, que destrói alma e corpo (cf. Mt 10, 28). Jesus, na verdade, não é um Deus do inferno, nem um neurótico, mas não deixa de olhar com pavor para essa horrorosa possibilidade com que o homem se depara. Ele crê no inferno e nos enganaria se não nos advertisse desse terrível risco. E diz claramente que quem não fizer sua a vida que Ele traz, não cumprir os mandamentos e morrer sem arrependimento, o mais radical dos fracassos o espera. Um fracasso cujo centro é o afastamento desse Deus que foi rejeitado, um cataclismo ontológico por cuja causa alguém, que podia ser filho de Deus e, portanto, divinizar-se, nunca se realizará na sua verdadeira dignidade humana. Esclareçamos muito bem: Jesus não é o condenador, mas o libertador. Ele veio trazer a luz e não só anatematizar a escuridão. Por isso não lhe agrada que os homens fiquem obcecados pela dúvida da salvação ou por quantos se salvarão. Ele quer, antes, que eles vivam dedicados a se salvar, que é a única coisa importante, urgente e pessoal; se perdemos isto, perdemos tudo. Além do mais, Ele nos convida sempre à esperança, nos proporciona todos os meios para essa total realização humana sonhada e querida por Deus, que é a salvação eterna. Quando se trata de ganhar uma eleição, de conseguir um emprego ou de realizar um negócio, move-se o céu e a terra, se fazem mil diligências e se trabalha até altas horas da noite. E para alcançar a vida eterna e salvar a alma, o que fazemos? Há quem viva como se a morte, o juízo, o inferno e o céu fossem fábulas e contos, e não verdades eternas reveladas por Deus e nas quais devemos acreditar. A palavra que resume a atitude de Jesus para com os pecadores é misericórdia. Para o mundo greco-latino, antes da vinda de Cristo, a misericórdia era um defeito e uma doença da alma. O filósofo Sêneca, por exemplo, diz que a misericórdia é um vício próprio de velhas. Esta doença, conclui Sêneca, não recai sobre o homem sábio. Cristo teve de vir do céu para nos gritar que a misericórdia é o mais sublime gesto de caridade. E mais, que a misericórdia tem um nome: Jesus Cristo. Deus, ao se encarnar, tornou-se misericórdia e perdão. 3. Nós perante o pecado e os pecadores Seria bom revermos um pouco o que é o pecado e quais são os pecados, para o desterrarmos da nossa vida todos os dias, pois o pecado foi e será a maior desgraça que pode nos acontecer na vida. O pecado existe. É uma realidade que brota do coração do homem por instigação de Satanás, que se serve dos seus artifícios e das nossas paixões desordenadas. Não é um erro humano, uma distração ou fragilidade. É, sim, a negação de toda dependência, a obstinação de se achar suficiente, de decidir por si mesmo. É a decisão de procurar por si mesmo a própria felicidade, de se realizar sem interferências e, conseqüentemente, a recusa a instaurar com Deus e com os outros uma relação de amor. O pecado é egoísmo exagerado. É alguém preferir-se, antepor-se a Deus e aos outros. É desordenar a ordem instaurada por Deus e colocar outros ídolos, outros interesses, colocar a si mesmo no lugar de Deus. Todos pecamos, menos Jesus e sua Mãe Santíssima Quais são os pecados? O pecado original cometido pelos nossos primeiros pais, Adão e Eva. Adão, como chefe de toda a humanidade, transmite a cada um dos homens este pecado, porque é pai da humanidade; assim o contraímos por geração natural. O pecado atual ou pessoal: é aquele cometido voluntariamente por quem já chegou ao uso da razão. Este pecado pode ser cometido de quatro maneiras: com o pensamento, com as palavras, com as obras, com as omissões. E tudo isso pode ser contra Deus, contra o próximo ou contra nós mesmos. Este pecado pessoal pode ser, por sua vez, mortal ou venial. O pecado mortal é uma desobediência à lei de Deus em matéria grave, cometido com plena advertência da mente e deliberado consentimento da vontade. Que matéria seria grave? Negar ou duvidar da existência de Deus ou de qualquer verdade de fé ensinada pela Igreja; blasfemar contra Deus, a Virgem Santíssima, os Santos; não participar da missa sem um motivo grave; tratar ofensivamente os pais e superiores; matar uma pessoa ou feri-la gravemente; provocar diretamente o aborto; cometer atos impuros consciente e deliberadamente; impedir a concepção com métodos artificiais; roubar objetos de muito valor; caluniar; cultivar e consentir pensamentos e desejos impuros; graves omissões no cumprimento do dever; receber os sacramentos dos vivos (Confirmação, Eucaristia, Unção dos enfermos, Ordem e Matrimônio) em pecado mortal; embebedar-se ou drogar-se de forma grave; calar na confissão, por vergonha, um pecado grave; causar escândalo ao próximo com atos ou atitudes graves. Quais são os efeitos que o pecado mortal produz na alma? Mata a vida da graça na alma, quer dizer, rompe a relação vital com Deus; separa Deus da alma; nos faz perder todos os méritos das coisas boas que estivermos fazendo; torna a alma digna do inferno; fecha as portas do céu. Como este pecado mortal é perdoado? Com uma boa confissão ou com um ato de contrição perfeito, unido ao propósito de uma confissão. O pecado venial é uma desobediência à lei divina ou humana, eclesial ou civil em matéria leve ou em matéria grave, realizada, porém, não com plena advertência da mente nem com pleno consentimento da vontade. Que efeitos o pecado venial produz? Enfraquece o amor a Deus; esfria a relação com Ele; priva a alma de muitas graças que ela teria recebido de Deus se não tivesse pecado; nos dispõe ao pecado grave; faz a alma digna de penas temporais que terá de expiar nesta vida ou no purgatório. O pecado venial se apaga com o arrependimento, com boas obras (orações, missas, comunhão, esmolas, obras de misericórdia). Os pecados capitais são sete, e se chamam capitais porque são cabeças de outros pecados. São eles: Soberba: é uma exagerada estima de si mesmo e das próprias coisas e qualidades, acompanhada de desprezo pelos outros. Avareza: é um desejo desmesurado de dinheiro e de pertences. Luxúria: um desordenado apetite e uso do prazer sexual. Ira: um impulso desordenado a reagir contra alguém ou contra algo que foi ocasião de sofrimento ou de contrariedade. Preguiça: falta de vontade no cumprimento do próprio dever e desordenado uso do descanso. Inveja: é um sentimento de tristeza ou dor pelo bem do próximo, considerado como mal próprio. Gula: a busca excessiva do prazer que se encontra no uso dos alimentos e bebidas. Encontramos também os pecados que clamam ao céu: homicídio voluntário, pecado impuro contra a natureza (homossexualidade), opressão dos pobres, não pagar com justiça os trabalhadores. Finalmente o pecado contra o Espírito Santo: desespero da salvação, presunção de se salvar sem mérito, lutar contra a verdade conhecida, inveja da graça alheia, obstinação nos pecados, impenitência final na hora da morte. CONCLUSÃO: De tudo o que vimos concluímos o seguinte: Devemos odiar o pecado, desterrá-lo da nossa vida, lutar contra todo tipo de mal que tivermos no coração. Devemos renunciar ao pecado, denunciá-lo de todos os púlpitos, com energia e respeito, e anunciar a Boa Nova da graça. Mas devemos rezar pelos pecadores, compreendê-los, não julgar, procurar ajudá-los a voltar para Deus e para as fontes da misericórdia de Deus. Nunca os condenar. Não nos afastemos da casa de Deus Pai. Na casa de Deus Pai encontramos a luz, o calor, a segurança, alegria e amor... Fora da casa de Deus Pai encontramos escuridão, frieza, insegurança, indiferença dos outros, tristeza. Perguntemos ao filho pródigo do Evangelho.. (cf. Lc 15,11ss). E quando tivermos a desgraça de nos afastar, ainda teremos a possibilidade de voltar, de nos arrependermos e de abraçar a Deus, que desde sempre deixou a porta do seu coração aberta a todos. |
Bento XVI aos sacerdotes (I): não basta fazer <www.zenit.org, Junho 16> Lições do Papa: sofrimento da Igreja à luz de Fátima <www.zenit.org, Maio 19> Questão da ética na informação eclesiástica <www.zenit.org, Maio 19> | |||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
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